Site interessante com sons das palavras no inglês britânico e americano.
http://dictionary.cambridge.org/dictionary/english/literature
Site interessante com sons das palavras no inglês britânico e americano.
http://dictionary.cambridge.org/dictionary/english/literature
https://www.youtube.com/watch?v=OtIJyg_yxLU
“It” é um pronome muito estranho em inglês. Muitas vezes os alunos entendem que seu significado é “ele” ou “ela” e usado frequentemente para animais ou objeto. Essa definição é muito simples (e errada até certo ponto). Para ajudar você a entender melhor um dos usos do “it”, continue lendo esta dica. Depois, você poderá ler também a segunda parte desta dica em Usando o Pronome It em Inglês [Parte II].
Para começarmos bem, saiba que o pronome “it” é responsável por um erro extremamente comum entre estudantes brasileiros. Para falar sobre esse erro, veja as sentenças abaixo escritas por estudantes de inglês.
Eu poderia colocar inúmeras outras sentenças, mas essas aí são o bastante para dizer que em português é comum dizermos “é muito bom estar aqui”, “está chovendo muito”, “não é isso”, “está quebrado”. Em português, não usamos pronome nenhum nessas sentenças. Fica estranho dizer “ele está chovendo muito” ou “ele é muito bom estar aqui), por exemplo.
Em inglês, no entanto, você precisa – deve, tem de – usar o pronome “it” nesses casos. É simplesmente obrigatória sua presença. Isso significa que as sentenças acima para ficarem certas em inglês devem ser escritas assim:
O “it” está presente apenas por estar. Você não precisa traduzi-lo. Ele não tem significado algum. No entanto, deve estar presente na sentença. Nunca o deixe de fora! Por quê? Muita gente explica isso dizendo que em inglês não há sentença sem sujeito. Logo, o “it” deve entrar em ação nesses casos.
Nas gramáticas da língua inglesa, quando o “it” deve aparecer mesmo não significando nada é chamado de “dummy it” (it bobo). Na Cambridge Grammar of English (p. 495) lê-se:
Visto que deve haver um sujeito, os dummy subjects devem ser usados. Dummy subjects, sendo apenas it ou there, são sujeitos que não possuem nenhum conteúdo semântico, mas que simplesmente preenchem o espaço no qual um sujeito é necessário.
Ou seja, em inglês as sentenças têm de ter um sujeito. Quando em português esse sujeito é impessoal ou inexistente, em inglês devemos usar o “it”. Esse “it” não tem conteúdo semântico algum – isto é, ele não significa absolutamente nada, não se traduz para nada em português. Ele está lá de bobeira, só como um acessório que não pode ficar de fora. Veja outros exemplos:
Veja como em português nós não temos um sujeito nas sentenças. Já em inglês temos o “it”. Aprenda bem isso e evite cometer esse erro tão comum entre a maioria dos estudantes brasileiros.
Sempre que você quiser dizer algo como “é fantástico”, “está calor”, “é muito ruim”, “está frio” e tantas outras, lembre-se que em inglês você precisa usar o tal do dummy it: “it’s awesome”, “it is hot”, “It’s very bad”, “it’s cold”. A partir de hoje, fique de olho nisso e não cometa esse erro.
Para encerrar, deixe-me dar um exemplo que muitos acham curioso. Imagine que uma amiga sua está grávida. Você quer saber o sexo do bebê. Em português, a pergunta inevitável será: “é menino ou menina?”. Note que a pergunta não tem sujeito. A palavra “é” está perdida no mundo – sem companhia. Portanto, em inglês, a pergunta deverá ser “is it a boy or a girl?”. O dummy it entra em ação não para se referir ao bebê, mas sim para não deixar a sentença sem sujeito. O mesmo vale se perguntarmos “o que que é?”, que em inglês será “what is it?”. Isso tem tudo a ver com o que falamos acima. pode parecer estranho no começo, mas você se acostuma a esse uso do “it” com certeza.
That’s all for now, guys! Take care!
Fonte: https://www.inglesnapontadalingua.com.br/2012/04/dummy-it.html
Pronome possessivo é o tipo de pronome que indica a que pessoa do discurso pertence o elemento ao qual se refere.
Meu carro está estragado.
Quadro dos pronomes possessivos
| Número | Pessoa | Pronomes possessivos |
| singular | primeira | meu, minha, meus, minhas |
| segunda | teu, tua, teus, tuas | |
| terceira | seu, sua, seus, suas | |
| plural | primeira | nosso, nossa, nossos, nossas |
| segunda | vosso, vossa, vossos, vossas | |
| terceira | seu, sua, seus, suas |
Os pronomes possessivos concordam em gênero e número com a coisa possuída, e em pessoa com o possuidor.
(eu) Vendi minha moto.
(tu) Releste tua prova?
(nós) Compramos nosso carro.
Quando o pronome possessivo determina mais de um substantivo, ele deverá concordar em gênero e número com o substantivo mais próximo.
Vou lavar minhas sandálias e tênis.
Emprego dos pronomes possessivos
– seu: a utilização do pronome seu (e flexões) pode gerar frases ambíguas, podemos ter dúvidas quanto ao possuidor.
A menina disse ao colega que não concordava com sua reprovação.
(reprovação de quem? Da menina ou do colega?)
Para evitar esse tipo de ambiguidade, usa-se dele (dela, deles, delas)
A menina disse ao colega que não concordava com a reprovação dela.
• A reprovação dela (da menina)
A menina disse ao colega que não concordava com a reprovação dele.
• A reprovação dele (do colega)
– existem casos em que o pronome possessivo não exprime propriamente ideia de posse. Ele pode ser utilizado para indicar aproximação, afeto ou respeito.
Aquele museu deve ter seus cem anos. (aproximação)
Meu caro amigo, cuide melhor de sua saúde. (afeto)
Sente-se aqui, minha senhora. (respeito)
– seu: anteposto a nomes próprios não é possessivo, mas uma alteração fonética de Senhor.
Seu José, o senhor poderia emprestar-me seu celular?
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/pronomes-possessivos.htm
Quando se trata de instrumentos musicais, o inglês possui um comportamento um pouco diferente quanto aos artigos.
Para certos instrumentos, como “piano”, “flute”, “guitar” e “violin”, por exemplo, é muito mais comum usar o artigo definido “the” nas frases, mesmo se o significado for geral.
Então, as seguintes traduções estão corretas, embora não pareçam:
Claro que, as traduções em português usando o artigo não estão erradas. Em português escolhemos usar o artigo se o instrumento for específico, e deixamos sem artigo se for aquele tipo de instrumento em geral.
É permitido em inglês, mas bem menos comum, deixar de usar este artigo.
Name: Zootopia
File Name: [2016] Zootopia {1080p} {ENG-POR-SPA}.mkv
Visit: Zafar [http://zafar.iol.li]
Storyline:
From the largest elephant to the smallest shrew, the city of Zootopia is a mammal metropolis where various
animals live and thrive. When Judy Hopps becomes the first rabbit to join the police force, she quickly learns
how tough it is to enforce the law. Determined to prove herself, Judy jumps at the opportunity to solve a
mysterious case. Unfortunately, that means working with Nick Wilde, a wily fox who makes her job even harder.
General:
Format…….: Matroska
File Size….: 3.87 GB
Qualidade….: BDRip
Duration…..: 1h 44mn
Subtitles….: English, Português, Español, Français
Audios…….: English, Português, Español
IMDB…….http://www.imdb.com/title/tt2948356/
Video:
Video Format……: AVC
Video Codec…….: x264 core 148 r2665 a01e339
Bitrate………..: 3 445 Kbps
Frame Rate……..: 23.976 fps
Width………….: 1 920 pixels
Height…………: 808 pixels
aspect ratio……: 2.40:1
Audio #1:
Format……….: AC-3
Bitrate………: 640 kb/s
Channels……..: 6 channels
Sampling Rate…: 48.0 KHz
Language……..: English
Audio #2:
Format……….: AC-3
Bitrate………: 384 kb/s
Channels……..: 6 channels
Sampling Rate…: 48.0 KHz
Language……..: Português
Audio #3:
Format……….: AC-3
Bitrate………: 640 kb/s
Channels……..: 6 channels
Sampling Rate…: 48.0 KHz
Language……..: Español
Preposições podem ser um pouco confusas. Assim como acontece com as expressões, cada língua enxerga as preposições de sua própria maneira.
Quando se tratam de preposições para lugares e movimentos, o comportamento delas segue uma lógica fácil de entender. Mas quando se tratam de ideias abstratas, essa lógica fica confusa. Nem sempre uma preposição pode ser traduzida da mesma maneira.
Mas isso não é motivo para desanimar!!! Mesmo estudantes avançados podem se confundir com elas às vezes. Esse é um daqueles casos em que a prática leva à perfeição.
.
Os dois significam entre, mas usa-se between quando trata-se apenas de dois objetos/pessoas.
Exemplo:
Já among é utilizado quando há mais de dois objetos/pessoas, e também pode ser traduzido como “em meio a”.
Exemplo:
Em português, geralmente essas três preposições são traduzidas como em (no, na). Mas em inglês, costuma-se diferenciá-las:
A preposição in normalmente é utilizada com a noção de “dentro”:
Já a preposição on é utilizada com a noção de “sobre/em cima” de alguma coisa ou superfície:
E a preposição at costuma ser usada para locais onde as coisas não têm uma localização exata, locais que as pessoas costumam frequentar, etc:
Algumas frases podem usar mais de uma delas, como “his mother is at/on the beach”. Lembrando que on continua carregando a ideia de “sobre”.
Perguntas com ordem invertida?? 😮
Em inglês, as perguntas funcionam um pouco diferente do português.
As perguntas em inglês invertem a ordem das palavras, colocando o verbo antes do sujeito.
Perguntas com verbo “to be”
Quando o verbo da oração é o verbo “to be” (ser/estar), ele vai para antes do sujeito:
| Afirmativa | Pergunta | Tradução |
|---|---|---|
| You are tired. | Are you tired? | Você está cansada(?) |
| She is here. | Is she here? | Ela está aqui(?) |
| I am right | Am I right? | Eu estou certo(?) |
Outros verbos
Quando as perguntas usam outros verbos em vez do “to be”, não são esses verbos que vão para antes do sujeito, mas o verbo “to do”, que é acrescentado como verbo auxiliar:
| Afirmativa | Pergunta | Tradução |
|---|---|---|
| You see a cat | Do you see a cat? | Você vê um gato(?) |
| He eats sugar | Does he eat sugar? | Ele come açúcar(?) |
Lembram do “s” na terceira pessoa do singular (he/she/it)?
Nas perguntas, esse “s” vai para o “do” que vira “does”. O outro verbo, que é o verbo principal, continua sem “s”.
Question words
“Question words” (palavras de perguntas) são pronomes para fazer perguntas, como “what (o que)”, “who (quem)”, “when (quando)”, etc.
Estas palavras sempre vêm no início da pergunta.
Quando as “question words” são o sujeito da oração, o auxiliar “do” não é acrescentado às perguntas.
As “question words” mais comuns que causam esta exceção são “who (quem)”, “what (o que)” e “which (qual)”.
Nos três exemplos acima, o “sujeito” contém uma “question word”, e por isso o “do” não é acrescentado.
Já nos três a seguir, as “question words” fazem parte do “objeto”, e neste caso o “do” continua a ser usado:
Frases negativas
Para as frases negativas, o funcionamento é parecido. A ordem das palavras não é invertida, mas se o verbo não for o verbo “to be”, também usa-se o verbo “to do” como auxiliar. As negativas usam o “not” (não) após o verbo “to be” ou após o verbo “to do”:
| Afirmaiva | Pergunta | Negativa |
|---|---|---|
| You are tired | Are you tired? | You are not tired |
| She is here | Is she here? | She is not here |
| I am right | Am I right? | I am not right |
| You see a cat | Do you see a cat? | You do not see a cat |
| He eats sugar | Does he eat sugar? | He does not eat sugar |
Para quem gosta de avançar mais longe….
Existem ainda outros verbos auxiliares além do “to do”. Eles vão aparecer nas lições mais avançadas.
Alguns exemplos são “have”, “will”, “can” e outros.
Todos eles se comportam como o “to do”. Nas perguntas são eles que vão para antes do sujeito. (Como já existe um verbo auxiliar, o “to do” não é acrescentado)
Nem sempre o “have” é um verbo auxiliar. Ele só é auxiliar quando acompanha outro verbo. Se ele significar “possuir/ter que”, por exemplo, ele é o verbo principal.