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erro comum até níveis intermediários
O fato de ser o infinitivo em inglês formado pelo verbo precedido da preposição TO, aliado ao fato de ser comum em português a colocação de ideias do tipo VERBO + PARA + VERBO NO INFINITIVO, induz o aluno frequentemente a colocar a mesma ideia em inglês usando a combinação das preposições FOR + TO. Esta entretanto é uma combinação impossível, não ocorrendo jamais em inglês. Observe nos seguintes exemplos as alternativas corretas:
| Eu vim para falar contigo. | I came to talk to (with) you. |
| Ela se ofereceu para me ajudar. | She offered to help me. |
| Para aprender, é necessário estudar. | It’s necessary to study, in order to learn. |
| Isto é um instrumento para medir velocidade. | This is an instrument for measuring speed. |
Como regra geral, sempre que houver tendência de colocar FOR + TO, o aluno deve lembrar-se de simplesmente eliminar a primeira preposição.
erro comum até níveis intermediários
Os verbos modais (auxiliary modals) em inglês (can, may, might, should, shall, must), são verbos que nunca ocorrem isoladamente; ocorrem apenas na presença de outro verbo. Ao contrário dos demais verbos, entretanto, os modais ligam-se ao verbo principal diretamente, isto é, sem a partícula TO. Observe os seguintes exemplos:
| He can speak English. | Ele sabe falar inglês. |
| He likes to speak English. | Ele gosta de falar inglês. |
| Can I smoke here? | Posso fumar aqui? |
| Do you want to smoke? | Você quer fumar? |
O aluno principiante deve cuidar especialmente com o verbo CAN, que é usado com muita frequência. Uma forma de internalizar estas estruturas é decorar exemplos como os acima.
erro comum até níveis intermediários

Em português o verbo TER tem pelo menos dois significados importantes: posse e existência. Exemplos:
| Eu tenho um carro. | Eu possuo um carro. | I have a car. |
| Tem (há) um livro sobre a mesa. | Existe um livro sobre a mesa. | There’s a book on the table. |
Sempre que o verbo TER significar existência (haver), a frase não terá sujeito; e isto ocorre com muita frequência em português. Em inglês, esta estrutura corresponderá sempre ao There TO BE. Observe os seguintes exemplos:
| Não tem (há) problema. | There’s no problem. |
| Tem (há) muita gente. | There are many people. |
| Não tem (há) ninguém que fala inglês aqui? | Isn’t there anybody that speaks English here? |
| Teve (houve) uma festa ontem de noite. | There was a party last night. |
| Vai ter (haverá) outra festa semana que vem? – | Is there going to be another party next week? |
erro comum até níveis avançados
Em português frequentemente as frases não têm sujeito. Sujeito oculto, indeterminado, inexistente, são figuras gramaticais que no português explicam a ausência do sujeito. Isto no inglês entretanto não existe. A não ser pelo modo imperativo, toda frase em inglês normalmente tem sujeito. Na falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve ser usado.
Além da questão da presença obrigatória do sujeito, temos um problema com relação a seu posicionamento. Em português muitas vezes o sujeito aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar de preferência no início da frase. Observe os seguintes exemplos:
| Tive um problema. | I had a problem. |
| Está chovendo. | It‘s raining. |
| Fez-se o possível. | We (they) did the best. |
| Quebraram uma janela. | Somebody broke a window. |
| Ontem caiu um avião. | An airplane crashed yesterday. |
| Esses dias apareceu lá na companhia um vendedor. | A salesman came to the office the other day. |
Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar sempre em primeiro lugar no sujeito, depois no verbo. O pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir do sujeito.
erro comum em nível iniciante
Do ponto de vista fonético, em frases afirmativas, a presença ou não do verbo TO BE é quase imperceptível aos ouvidos do aluno principiante que está acostumado com a clara sinalização fonética da presença de qualquer verbo em português. Obviamente, a função gramatical de um verbo numa frase é preponderante. Portanto, se faltar onde deveria estar, ou se ocorrer quando não deveria, o erro é grosseiro. Observe os seguintes exemplos:
| I lost. I’m lost. |
Eu perdi. Estou perdido. |
| It hardly works. It’s hard work. |
Isto dificilmente funciona. Isto é trabalho duro. |
| They like children. They’re like children. |
Eles gostam de crianças. Eles são como crianças. |
| It looks like it’s going to rain. | Parece que vai chover. |
O aluno com este tipo de dificuldade deve treinar o ouvido e a pronúncia, até acostumar-se a perceber a grande diferença funcional deste pequeno detalhe fonético.
É a ação ou efeito de subsumir, isto é, incluir (alguma coisa) em algo maior, mais amplo. Como definição jurídica, configura-se a subsunção quando o caso concreto se enquadra à norma legal em abstrato. É a adequação de uma conduta ou fato concreto (norma-fato) à norma jurídica (norma-tipo). É a tipicidade, no direito penal; bem como é o fato gerador, no direito tributário.
Fundamentação:
Temas relacionados:
Referências bibliográficas:
Fonte: http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/883/Subsuncao
erro comum no início do aprendizado
A primeira grande dificuldade que o brasileiro, falante nativo de português, iniciando seu aprendizado em inglês enfrenta, é normalmente a estruturação de frases interrogativas e negativas. Frases interrogativas em português são diferenciadas apenas pela entonação, não exigem alteração da estrutura da frase. No inglês, além da entonação, temos, no caso dos Be Phrases (frases com o verbo to be ou com qualquer outro verbo auxiliar ou modal), a inversão de posição entre sujeito e verbo:
| He’s a student. | Ele é estudante. |
| Is he a student? | Ele é estudante? |
| I can speak English. | Eu sei falar inglês. |
| Can you speak English? | Você sabe falar inglês? |
E no caso de Do Phrases, frases em que não há verbo auxiliar, surge a necessidade de uso de verbo auxiliar DO para formular perguntas ou frases negativas:
| He speaks English | Ele fala inglês. |
| Does he speak English? | Ele fala inglês? |
| He doesn’t speak French. | Ele não fala francês. |
Além de contrastarem profundamente em relação ao português, esses dois tipos de estruturas contrastam entre si. O contraste entre Be Phrases e Do Phrases aparece nos modos interrogativo e negativo. Be Phrases fazem a inversão de posição entre sujeito e verbo para formação de frases interrogativas ou negativas, não precisando de verbo auxiliar, enquanto que Do Phrases precisam do verbo auxiliar DO. Isto representa uma dupla e acentuada dificuldade para os falantes nativos de português, no qual praticamente não existem verbos auxiliares e a formação de frases não é afetada pelos modos (afirmativo, negativo e interrogativo). O modo interrogativo em português, como vimos no exemplo acima, consiste apenas em uma diferente entonação, enquanto que em inglês exige uma significativa alteração na estrutura da frase, além da entonação. A dificuldade não é de entender, mas sim de assimilar e automatizar. Quem fala português como língua materna não está acostumado a estruturar seu pensamento dentro destas normas e precisará praticar exaustivamente para conseguir “internalizar” essas estruturas.
Uma das diferenças entre o inglês e o português ocorrem ao informar ou perguntar a idade de alguém.
Enquanto em português usa-se “ter X anos”, em inglês usa-se “to be X years old”:
Este comportamento ocorre também com tamanhos e alguns sentimentos, conforme serão apresentados em outras unidades.