Autor: Zafar
Erros comuns 3: Frases sem sujeito
erro comum até níveis avançados
Em português frequentemente as frases não têm sujeito. Sujeito oculto, indeterminado, inexistente, são figuras gramaticais que no português explicam a ausência do sujeito. Isto no inglês entretanto não existe. A não ser pelo modo imperativo, toda frase em inglês normalmente tem sujeito. Na falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve ser usado.
Além da questão da presença obrigatória do sujeito, temos um problema com relação a seu posicionamento. Em português muitas vezes o sujeito aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar de preferência no início da frase. Observe os seguintes exemplos:
| Tive um problema. | I had a problem. |
| Está chovendo. | It‘s raining. |
| Fez-se o possível. | We (they) did the best. |
| Quebraram uma janela. | Somebody broke a window. |
| Ontem caiu um avião. | An airplane crashed yesterday. |
| Esses dias apareceu lá na companhia um vendedor. | A salesman came to the office the other day. |
Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar sempre em primeiro lugar no sujeito, depois no verbo. O pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir do sujeito.
Erros comuns 2: Presença/ausência do verbo TO BE
erro comum em nível iniciante
Do ponto de vista fonético, em frases afirmativas, a presença ou não do verbo TO BE é quase imperceptível aos ouvidos do aluno principiante que está acostumado com a clara sinalização fonética da presença de qualquer verbo em português. Obviamente, a função gramatical de um verbo numa frase é preponderante. Portanto, se faltar onde deveria estar, ou se ocorrer quando não deveria, o erro é grosseiro. Observe os seguintes exemplos:
| I lost. I’m lost. |
Eu perdi. Estou perdido. |
| It hardly works. It’s hard work. |
Isto dificilmente funciona. Isto é trabalho duro. |
| They like children. They’re like children. |
Eles gostam de crianças. Eles são como crianças. |
| It looks like it’s going to rain. | Parece que vai chover. |
O aluno com este tipo de dificuldade deve treinar o ouvido e a pronúncia, até acostumar-se a perceber a grande diferença funcional deste pequeno detalhe fonético.
Subsunção
É a ação ou efeito de subsumir, isto é, incluir (alguma coisa) em algo maior, mais amplo. Como definição jurídica, configura-se a subsunção quando o caso concreto se enquadra à norma legal em abstrato. É a adequação de uma conduta ou fato concreto (norma-fato) à norma jurídica (norma-tipo). É a tipicidade, no direito penal; bem como é o fato gerador, no direito tributário.
Fundamentação:
- Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro – LINDB
- Art. 1º do CP
- Arts. 4, 16 e 114 a 118 do CTN
Temas relacionados:
- Enquadramento
- Tipicidade
- Fato gerador
- Composição
- Norma em abstrato
- Caso concreto
Referências bibliográficas:
- ANGHER, Anne Joyce e SIQUEIRA, Luiz Eduardo Alves de. Dicionário Jurídico. 6ª ed. São Paulo: Rideel, 2002.
- Dicionário Houaiss. Disponível em http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm. Acessado em 23/11/2009.
Fonte: http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/883/Subsuncao
Erros comuns 1: Formulação de ideias interrogativas e negativas
erro comum no início do aprendizado
A primeira grande dificuldade que o brasileiro, falante nativo de português, iniciando seu aprendizado em inglês enfrenta, é normalmente a estruturação de frases interrogativas e negativas. Frases interrogativas em português são diferenciadas apenas pela entonação, não exigem alteração da estrutura da frase. No inglês, além da entonação, temos, no caso dos Be Phrases (frases com o verbo to be ou com qualquer outro verbo auxiliar ou modal), a inversão de posição entre sujeito e verbo:
| He’s a student. | Ele é estudante. |
| Is he a student? | Ele é estudante? |
| I can speak English. | Eu sei falar inglês. |
| Can you speak English? | Você sabe falar inglês? |
E no caso de Do Phrases, frases em que não há verbo auxiliar, surge a necessidade de uso de verbo auxiliar DO para formular perguntas ou frases negativas:
| He speaks English | Ele fala inglês. |
| Does he speak English? | Ele fala inglês? |
| He doesn’t speak French. | Ele não fala francês. |
Além de contrastarem profundamente em relação ao português, esses dois tipos de estruturas contrastam entre si. O contraste entre Be Phrases e Do Phrases aparece nos modos interrogativo e negativo. Be Phrases fazem a inversão de posição entre sujeito e verbo para formação de frases interrogativas ou negativas, não precisando de verbo auxiliar, enquanto que Do Phrases precisam do verbo auxiliar DO. Isto representa uma dupla e acentuada dificuldade para os falantes nativos de português, no qual praticamente não existem verbos auxiliares e a formação de frases não é afetada pelos modos (afirmativo, negativo e interrogativo). O modo interrogativo em português, como vimos no exemplo acima, consiste apenas em uma diferente entonação, enquanto que em inglês exige uma significativa alteração na estrutura da frase, além da entonação. A dificuldade não é de entender, mas sim de assimilar e automatizar. Quem fala português como língua materna não está acostumado a estruturar seu pensamento dentro destas normas e precisará praticar exaustivamente para conseguir “internalizar” essas estruturas.
Dicas e observações – Ciência
Dicas e observações
Idades e tamanhos
Uma das diferenças entre o inglês e o português ocorrem ao informar ou perguntar a idade de alguém.
Enquanto em português usa-se “ter X anos”, em inglês usa-se “to be X years old”:
- He is five years old = Ele tem cinco anos de idade
- She is ten = Ela tem dez anos
- How old are you? = Quantos anos você tem?
Este comportamento ocorre também com tamanhos e alguns sentimentos, conforme serão apresentados em outras unidades.
- The bar is ten meters long = A barra tem dez metros de comprimento
- The bar is five meters = A barra tem cinco metros
- How long is the line? = Qual é o comprimento da linha?
Sons das Palavras – Americano e Britânico
Site interessante com sons das palavras no inglês britânico e americano.
http://dictionary.cambridge.org/dictionary/english/literature
English: How to Pronounce TH Consonants [θ] + [ð]: Ameircan Accent
English Tips #2: Som do TH
https://www.youtube.com/watch?v=OtIJyg_yxLU
Usando o Pronome It em Inglês
“It” é um pronome muito estranho em inglês. Muitas vezes os alunos entendem que seu significado é “ele” ou “ela” e usado frequentemente para animais ou objeto. Essa definição é muito simples (e errada até certo ponto). Para ajudar você a entender melhor um dos usos do “it”, continue lendo esta dica. Depois, você poderá ler também a segunda parte desta dica em Usando o Pronome It em Inglês [Parte II].
Para começarmos bem, saiba que o pronome “it” é responsável por um erro extremamente comum entre estudantes brasileiros. Para falar sobre esse erro, veja as sentenças abaixo escritas por estudantes de inglês.
- Is very good to be here.
- Is raining a lot.
- Is not that.
- Is broken.
Eu poderia colocar inúmeras outras sentenças, mas essas aí são o bastante para dizer que em português é comum dizermos “é muito bom estar aqui”, “está chovendo muito”, “não é isso”, “está quebrado”. Em português, não usamos pronome nenhum nessas sentenças. Fica estranho dizer “ele está chovendo muito” ou “ele é muito bom estar aqui), por exemplo.
Em inglês, no entanto, você precisa – deve, tem de – usar o pronome “it” nesses casos. É simplesmente obrigatória sua presença. Isso significa que as sentenças acima para ficarem certas em inglês devem ser escritas assim:
- It is very good to be here.
- It is raining a lot.
- It is not that.
- It is broken.
O “it” está presente apenas por estar. Você não precisa traduzi-lo. Ele não tem significado algum. No entanto, deve estar presente na sentença. Nunca o deixe de fora! Por quê? Muita gente explica isso dizendo que em inglês não há sentença sem sujeito. Logo, o “it” deve entrar em ação nesses casos.
Nas gramáticas da língua inglesa, quando o “it” deve aparecer mesmo não significando nada é chamado de “dummy it” (it bobo). Na Cambridge Grammar of English (p. 495) lê-se:
Visto que deve haver um sujeito, os dummy subjects devem ser usados. Dummy subjects, sendo apenas it ou there, são sujeitos que não possuem nenhum conteúdo semântico, mas que simplesmente preenchem o espaço no qual um sujeito é necessário.
Ou seja, em inglês as sentenças têm de ter um sujeito. Quando em português esse sujeito é impessoal ou inexistente, em inglês devemos usar o “it”. Esse “it” não tem conteúdo semântico algum – isto é, ele não significa absolutamente nada, não se traduz para nada em português. Ele está lá de bobeira, só como um acessório que não pode ficar de fora. Veja outros exemplos:
- It is interesting the way they do that. (É interessante o modo como eles fazem isso.)
- It takes a lot of time to do that. (Leva-se muito tempo para fazer isso.)
- It appears to be an error. (Parece ser um erro.)
- It looks like you didn’t sleep well last night. (Parece que você não dormiu bem essa noite.)
- It is not a good idea. (Não é uma boa ideia.)
- It doesn’t make sense at all. (Não faz sentido algum.)
- It sounds like thunder. (Parece um trovão. | Parece barulho de trovão.)
Veja como em português nós não temos um sujeito nas sentenças. Já em inglês temos o “it”. Aprenda bem isso e evite cometer esse erro tão comum entre a maioria dos estudantes brasileiros.
Sempre que você quiser dizer algo como “é fantástico”, “está calor”, “é muito ruim”, “está frio” e tantas outras, lembre-se que em inglês você precisa usar o tal do dummy it: “it’s awesome”, “it is hot”, “It’s very bad”, “it’s cold”. A partir de hoje, fique de olho nisso e não cometa esse erro.
Para encerrar, deixe-me dar um exemplo que muitos acham curioso. Imagine que uma amiga sua está grávida. Você quer saber o sexo do bebê. Em português, a pergunta inevitável será: “é menino ou menina?”. Note que a pergunta não tem sujeito. A palavra “é” está perdida no mundo – sem companhia. Portanto, em inglês, a pergunta deverá ser “is it a boy or a girl?”. O dummy it entra em ação não para se referir ao bebê, mas sim para não deixar a sentença sem sujeito. O mesmo vale se perguntarmos “o que que é?”, que em inglês será “what is it?”. Isso tem tudo a ver com o que falamos acima. pode parecer estranho no começo, mas você se acostuma a esse uso do “it” com certeza.
That’s all for now, guys! Take care!
Fonte: https://www.inglesnapontadalingua.com.br/2012/04/dummy-it.html